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#1338 - JWave #41

Posted by | Posted in | Posted on 11:39:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #15
Após o Jornal da Globo


Vem verão, Sol e tudo mais quando, subitamente, você pode ver 24 Horas e Lost na TV aberta.
Em 2011 foram as últimas temporadas mas, pô Joaozinho, para de reclamar!

Bom, a Globo nunca foi tradicional em passar seriados desde quando acabou com a Sessão Aventura para começar com Malhação. Bons tempos. Então foi uma surpresa quando anunciaram, em 2004, que passariam a nova sensação da televisão americana, 24 Horas, todos os dias da semana após o Jornal da Globo.
A medida foi para aproveitar que já tinham um acordo com a Fox que lhes fazia comprar a série, que já era sucesso lá fora, e ocupar o espaço ocupado pelo Programa do Jô, que até então ficava quatro meses só em retrospectiva.
Algo inteligente da parte deles.

A série começou a ser exibida e logo mostrou que foi uma medida de sucesso da emissora, com bons índices de audiência. Até hoje, seriados conseguem até o dobro da média de audiência de Jô na mesma faixa.
E olha que é um horário HORRÍVEL.
Eu explico: o Jornal da Globo é o único telejornal da Globo suscetível a outros programas da grade, e é o último do dia. Após o Jornal Nacional, tem de encarar a novela das 21h, com duração indeterminada (os capítulos são maiores quando a audiência está no topo ou quando a trama está no fim). Depois disso, ainda tem Big Brother, que pode ser dia de eliminação (comprido) quanto compacto do dia (de 15 minutos). Não sendo suficiente, temos a faixa de shows, seriados, especiais, minisséries e tudo mais, que podem não ir ao ar se no dia temos um filme ou jogo de futebol. Como você nota, temos fatores que variam o horário de exibição do Jornal da Globo de 22h45 até 1h45 da matina.
Se em um dia temos Big Brother em eliminação e depois uma minissérie, é bom tomar cafeína. Mas se no dia temos só o Globo Repórter e um episódio de qualquer coisa, você pode ter sorte.
Outra coisa que dá agonia é o próprio Jornal da Globo, que precisa resumir o dia inteiro e ainda dar opinião. Seu posicionamento é para justamente as pessoas que trabalham até tarde ou qualquer coisa do tipo, então tem uma análise mais aprofundada dos acontecimentos. Mas, se você só espera Jack Bauer ou Jack Shephard, dá AGONIA que ainda vão falar da Amy Winehouse no próximo bloco!

Bom.

Em 2004 ainda, aproveitando o sucesso da 1a temporada (que eles reprisaram o último episódio na sexta-feira, para vocês terem ideia), a segunda temporada foi exibida aos domingos, depois do Fantástico. Pelo menos não foi depois do Domingo Maior.
E aí, em 2005, se começou a tradição dos janeiros com Jack Bauer e, posteriormente, LOST. Como as duas séries nem tem abertura, fizeram aquela famosa "Rede Globo Apresenta", com problemas como as cenas da abertura de LOST mostrarem eventos do último episódio da temporada. Na quinta temporada isso piorou, pois a emissora exibiu um resumo de toda a quinta temporada ANTES da quinta temporada!

Isso pra não falar da dublagem, mas aí nem vou comentar aqui.

O resultado disso é que a Globo começou a ver seriados de outra forma, até mesmo explorando Prison Break como opção, e até revistas sobre novelas começaram a dar destaque, com direito a resumos de episódios da semana. LOST se tornou algo conhecido do grande público, mesmo que muitos não tenham entendido, e Jack Bauer se firmou como figura popular.

Agora as duas séries acabaram. O saldo é positivo? Sem dúvida, já que as séries ganharam uma importância e entraram agora para o comum popular, conquistando melhor a massa brasileira.

Aproveitando isso, a Globo aproveitou o final de LOST para anunciar que agora haverá uma faixa para seriados após o Programa do Jô, com Lie to Me, White Collar e, vejam só!, Prison Break. Tudo bem que White Collar teve o nome traduzido, mas isso é assunto para outro dia.

#1311 - Spin-Off S04E10

Posted by | Posted in | Posted on 12:10:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #14
Los Muertos


É moda falar de The Walking Dead, eu sei. É moda, é a onda.

Mas é preciso dizer que The Walking Dead caiu na "máquina do hype".

Todo ano, todas as emissoras tentam desenvolver um ou mais produtos que gerem expectativa junto ao público. Não são todos os lançamentos, claro. Apenas alguns, que os executivos de marketing acreditam que vão render mais.
Estas séries ganham um investimento maior, em todos os sentidos. São os carros-chefe daquela temporada, com a esperança até mesmo de que alavanquem outras produções.

Mas o que causa isso? Qual o critério de escolha?
Pode ser o nome de um produtor, de um ator.

No caso de Walking Dead, é a obra em si. Adaptada dos quadrinhos, logo ganhou destaque.
Walking Dead surgiu como uma série mensal em quadrinhos criada por Robert Kirkman pela Image Comics, quando Kirkman não era nada conhecido.

Os roteiros de Kirkman logo chamaram a atenção, e a série ganhou fãs, principalmente com suas edições encadernadas, que tinham um trunfo: não tinham divisão entre as edições, deixando a história mais contínua.

Quando a série foi anunciada, surgiu muito furor justamente pela forma inteligente como os quadrinhos vinham se desenvolvendo, sempre com boas vendas dos encadernados nos EUA. Aqui no Brasil, a série logo fez sucesso sob o nome Os Mortos-Vivos nas poucas edições que foram lançadas. Mas a série de TV foi sendo esquecida...

Até recentemente, quando o canal AMC anunciou ter adquirido a produção da série. O AMC atualmente tem se desenvolvido na produção de séries de sucesso, com Mad Men e The Prisoner. Como produtor executivo entrou Frank Darabont, de filmes como A Espera De Um Milagre e A Névoa, sendo indicado a 3 Oscars.

Darabont assumiu o projeto e logo fez com que uma equipe de roteiristas, liderada por ele, cuidasse de fazer seis roteiros, e estes roteiros foram aprovados pela direção da AMC, tornando-se a primeira temporada. Robert Kirkman assinou um episódio.

Darabont também logo instituiu alguns diretores, sendo que ele mesmo cuidou da premiere e da finale.

O elenco foi mais difícil. Quem poderia ser frágil e forte ao mesmo tempo como Rick Grimes? Andrew Lincoln foi anunciado e, a princípio, trouxe desconfiança de alguns dos fãs por nunca ter feito um grande papel dramático. Fez filmes como Simplesmente Amor e algumas séries inglesas. Será que renderia?

Dos outros atores só um nome era conhecido: Sarah Wayne Callies, que fez Prison Break, como Lori. Laurie Holden fez Arquivo X e Steven Yeun fez uma participação em The Big Bang Theory.

Com Darabont mandando em tudo, um elenco desconhecido e uma onda de zumbis que parecia morrer, exceto o jogo Left 4 Dead, como Walking Dead vingaria? É disso que falaremos semana que vem.

#1307 - Mr. Spoiler #29

Posted by | Posted in | Posted on 22:50:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #13
Séries Globo


Hoje em dia parece que é moda atacar a Rede Globo. Bom, sempre é moda atacar a líder, né.
Mas a Globo não tinha tradição em seriados. Seu maior sucesso nos anos 90 foi Sai de Baixo, que era gravada em teatro.
Nos últimos anos, entretanto, os próprios autores, diretores e atores tem buscado trabalhar mais em seriados. A explosão dos seriados americanos, com cada vez mais gente com TV a cabo, tem gerado investimentos nesta área, e é claro que todos preferem algo que pode ser semanal do que uma história diária que gera "barriga", quando se enrola a história para ganhar tempo, tendo de gravar todos os dias.

Sendo a Rede Globo grande como é, logo começou a trabalhar seriados, mas depois das suas novelas, ou seja, na faixa das 22h30, 23h. Seus primeiros trabalhos na área foram A Diarista e A Grande Família, sendo que o segundo é remake. O acerto de A Grande Família, que já passou de 10 temporadas, está no elenco, de atores experientes e muito bons. Mas o humor ainda é o politicamente correto com vinhetas sonoras de teclado. Mais "estilo Globo", impossível. Outra série que seguiu a mesma linha foi Guerra & Paz, de Carlos Lombardi, com Marcos Pasquim e Daniele Winits.

Claro que já produziu coisas diversas, como A Justiceira, Mulher e Os Normais (que criou um "segundo estilo Globo" de comédia), mas agora a coisa está diferente.

Vendo que a TV por assinatura está crescendo (seu mais recente boom de popularidade é a reprise de Vale Tudo no canal Viva, do Grupo Globosat), a Globo tem investido em séries cada vez mais inovadoras e diferentes.

As Cariocas, meu primeiro exemplo, é baseada na série de livros de Sérgio Porto (o Stanislaw Ponte Preta), adaptados e "apimentados". São 12 episódios com histórias fechadas, dirigidos por Daniel Filho, que andava sumido da televisão porque vinha se dedicando ao cinema, com sucessos como Se Eu Fosse Você.

Cada episódio é protagonizado por uma bela atriz do ranking da Globo, em um bairro diferente do Rio e, claro, com elenco diferente. Alinne Morais, por exemplo, foi "A Noiva do Catete", Nadia, uma mulher que é noiva mas dá seus pulinhos. Algo mais sensualizado para fisgar o público. Já Paola Oliveira foi Clarissa, a "Atormentada da Tijuca", um retrato de como os homens podem ser cafajestes e não dar sossego para as mulheres, que as vezes só querem... viver em paz. Até Sônia Braga reaparece nas telinhas para ser "A Adúltera da Urca".

Episódios feitos com esmero e um ótimo elenco (Gabriel Braga Nunes, Agildo Ribeiro, Antônio Fagundes) dão à série um tratamento digno de TV a cabo.

Clandestinos consegue, além de tudo isso, confundir de tanta metalinguagem utilizada. A série é uma peça sobre uma peça. Entendeu?

Fábio (interpretado por Fábio Enriquez) é um diretor e autor de teatro que chama a amiga Elisa (Elisa Pinheiro) para produzir uma peça de teatro, e eles começam a selecionar o elenco... sendo que não há roteiro. A ideia de Fábio é que a peça seja justamente sobre estes atores e seus sonhos.

Então note que é uma série em que atores interpretam versões deles mesmos produzindo uma peça onde serão eles mesmos.

E percebemos que este limite não será deixado claro na série logo no piloto, vendo a história de Adelaide (Adelaide de Castro), moça que vem de Minas Gerais e quase perde sua chance. Ao final de seu desabafo sobre como o teste é importante para ela, Fábio a manda parar de interpretar. E então vemos os casos de vários atores, onde vida real e o palco se mesclam.

Tente comparar isso com Zorra Total. Tente.

A Cura devo confessar que não vi. Mas é de se ressaltar que fez Selton Mello voltar a fazer algo para televisão.

Afinal, O que Querem As Mulheres? é a mais recente investida. André (Michel Melamed) é um homem sofrendo pelo fim do relacionamento com Lívia (Paola Oliveira - olha ela aí de novo!), etentando entender o que querem as mulheres, tendo visões com Freud e encarando o fato de Lívia estar com o "homem perfeito", Jonas (Dan Stulbach).

Agora é torcer para que isso continue rendendo na Rede Globo. E nas outras emissoras também.

#1303 - 'honestly', Zwan

Posted by | Posted in | Posted on 15:04:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #12
A Verdade sobre Reality Shows


Reality Shows NÃO SÃO SERIADOS.

#1300 - tema japonês do Jaspion

Posted by | Posted in | Posted on 12:44:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #11
A Melhor Comédia Hoje


Outro dia me perguntaram qual é a melhor comédia do momento. Eu respondi pestanejando, mas Claudia Croitor não: Community.

Durante um tempo, principalmente anos 90, as comédias imperavam. Muitas até iguais, ou com aquelas risadas gravadas rolando nos momentos menos engraçados. Aí elas sumiram porque todos cansaram, e as séries de ação e drama ganharam seu espaço. Agora o que se vê é que as comédias estão voltando, mas diferentes. Claro que existem as bobas, mas agora existem comédias  extremamente inteligentes e sagazes. Tina Fey fez isso acontecer com 30 Rock, Ricky Gervais com The Office, e agora Dan Harmon com Modern Family e Christopher Lloyd (não é o ator) com Modern Family.

O problema é que, para essas séries darem certo, é necessário que a emissora investa a longo prazo. Como a NBC fez com todas as séries citadas acima, exceto Modern Family.

Community surgiu com a ideia de que a faculdade comunitária, para onde só iriam losers que não conseguiram vagas nas particulares. É, a ideia lá é bem contrária daqui. Nisso temos Jeff Winger, um advogado que perdeu a licença quando  descobriram que ele forjou seu diploma, Britta Perry, uma mulher sem rumo na vida, Pierce Hawthorne, um senhor de idade sem  noção, Abed Nadir, um cara cuja vida foi formada pelo cinema e televisão, Shirley Bennett, uma senhora recém-divorciada,
Troy Barnes, ex-jogador sem rumo, e Annie Edison, garota que teve surto nervoso.

Jeff é Joel McHale, ator de comédias que se tornou o âncora do programa The Soup, programa do E! que pega cenas bizarras dos programas da TV dos EUA para tirar sarro. É o segundo mais conhecido do elenco, e o mais irônico é que quem assiste The Soup percebe que ele evita fazer o que critica no The Soup.

Britta é Gillian Jacobs, que nunca teve grandes papeis nem pela beleza. Abed é Danny Pudi, comediante stand-up que na televisão só tinha feito comerciais e pequenas participações. Yvette Nicole Brown faz Shirley, e fez inúmeras participações em séries de comédia como Two and a Half Men, Drake & Josh e iCarly. Annie é interpretada por Alison Brie, que já fazia Mad  Men, mas em um papel menor. Ninguém acreditaria que ela teria jeito para comédia. Donald Glover, além da comédia stand-up, era mais conhecido por ser roteirista de 30 Rock.

Chevy Chase, o único nome realmente conhecido, fez clássicos do cinema como Clube dos Cafajestes e Los Três Amigos e foi integrante do Saturday Night Live, ganhando série própria, The Chevy Chase Show.

Como vocês viram, o elenco não era o forte da série. Nem o local onde se passaria a história. Restava que, de tudo isso, saísse algo ótimo, surpreendente. E foi o que houve.

Embora os primeiros episódios sejam bons, eles não provocam gargalhadas, só risos. Nisso, vários críticos já começaram a decretar o fim da série, mas a NBC sabiamente deixou a coisa andar nas próprias pernas. Com isso, Dan Harmon foi acertando as pontas de cada interpretação. Se no começo só Britta aparecia como a bonitona da turma, Annie aos poucos foi se tornando sua contraparte. O que uma tem de independente, a outra tem de inocente. Este tema se tornou um confronto no começo da segunda temporada.

Troy e Abed, personagens deixados de lado nas primeiras tramas, ganharam força como dupla de comédia, as vezes só tendo piadas na cena durante os créditos, mas garantindo as vezes as falas mais engraçadas do episódio. Os dois então ganharam plots e Abed, aos poucos, se tornou o manipulador de várias situações, com a ideia clara de que ele sabe que aquilo é um seriado de televisão. E, aos poucos, Harmon mostrou que a série poderia ser em uma faculdade porque, segundo os americanos, "faculdade é onde tudo pode acontecer", e ele prova isso provocando, por exemplo, uma guerra de paintball que se torna uma espécie de filme pós-apocalíptico com todos os seus clichês. Na segunda temporada, algo semelhante ocorre com filmes de missões espaciais.

Então, se alguém me pergunta qual a melhor comédia atual, sei que é Community justamente por ser um investimento a longo prazo. Elenco nada promsisor, premissa pior ainda... e é a zebra da vez.

#1298 - Contagota #977

Posted by | Posted in | Posted on 13:14:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #10
O Evento do Evento


Lost foi uma série que marcou por ser um enredo contínuo cheio de mistérios e, na sua cola, vieram outras séries como The Nine e FlashForward, fracassos retumbantes.
Várias séries vendidas como "o novo Lost" se perderam e foram canceladas.

Então a NBC anuncia The Event (escrito como EV3NT, com o segundo E ao contrário), uma série... de enredo contínuo... cheio de mistérios.

Pronto, era o que precisava para acharem que seria mais uma porcaria pseudointeligente.

Nos últimos tempos, tenho notado que os críticos de seriados, principalmente os de blogs e podcasts, tem buscado uma unanimidade em opiniões nos seriados, especialmente os novos. Então, para a maioria, The Event é uma porcaria.

O problema é que quase foi mesmo uma tremenda porcaria.

Em um dos pilotos mais mal costurados (roteiro, né) que já vi, The Event se apresenta com inúmeros flashbacks e flashforwards, te deixando perdido. Com uma cena inicial do protagonista Sean Walker (Jason Ritter) sequestrando um avião comercial e o Presidente prestes a fazer algum tipo de anúncio, cada momento no tempo presente mostra que os cortes de cena foram bem colocados para que você tome diversas conclusões precipitadas até entender o contexto geral.

Tudo foi muito corrido, e os momentos calmos ficaram por conta justamente das viagens no tempo do enredo. E o final do piloto te deixa com a sensação de que você será extremamente enganado e enrolado, talvez até pela decepção que muita gente teve com o final da já citada Lost. Sim, os produtores podem falar o que quiserem: a maioria se decepcionou.

Bom, fato é que The Event, até agora, está uma série bem planejada e executada. Claro que é complicado falar de uma série nova, mas este texto justamente serve como marco para comparar com o futuro próximo, se irei me decepcionar ou se terei razão.

Mesmo o final do piloto foi bem explicado, e a trama toda começa a fazer algum sentido, menos o envolvimento de Sean e sua bela namorada Leila (Sarah Roemer), sequestrada no piloto. Quais as ligações entre o Presidente e Sean nisso tudo?

Com o desenvolvimento da história, os flashbacks vão diminuindo de forma gradativa, servindo para acrescentar detalhes e informações para que entendamos alguma parte da história. Vemos como Leila e Sean se conheceram porque vemos que foi amor à primeira vista, e mais de uma vez vemos Sean prometer a Leila que nunca a deixaria ir, categorizando-o como um verdadeiro mocinho heroico, e Leila mantém sua posição de dama em perigo até ao afirmar que seu namorado irá buscá-la. Mas, antes que você reclame, é bom em uma história que possui elementos estranhos ao mundo "normal" que exista o casal protagonista da forma mais simples. Enquanto você tem uma estrutura que lhe permite buscar novos pontos que criam aquela empolgação, o casal faz com que todos possam se identificar plenamente com alguém. Em Lost, por exemplo, não havia um personagem com quem TODOS os espectadores deveriam se identificar. O mais próximo disso foi o Jack, e vimos no que deu quando destruíram seu personagem a partir da terceira temporada.

Vamos ver o que acontece com The Event. Mas, se continuar nesse ritmo, sua existência já é um Evento.

#1295 - Dimensão Nerd #109

Posted by | Posted in | Posted on 01:06:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #9
Lendas de Smallville


A décima temporada de Smallville está aí, aproximando a série de seu fim.
Não se sabe se a CW vai tentar fazer alguma série derivada, mas este texto não é pra isso, mas sim para uma teoria.
Devo dizer antes que acertei até parte do final de Lost.

Bom, desde o começo da temporada está anunciado que o vilão é Darkseid, o désposta de Apokolips e um dos mais fortes oponentes do Superman. Isso que ainda podemos ter Lex Luthor.
No segundo episódio, Shield, um homem chamado Godfrey está falando no rádio sobre os vigilantes e herois, e como eles podem ser perigosos. Daí surgiu minha teoria.

A partir daqui, se você não leu esta história, AZAR O SEU. Ela é de 1986.

LENDAS foi um evento da DC Comics lançado entre 1986 e 1987 lá fora. Foi a primeira saga após Crise nas Infinitas Terras, a saga que redefiniria o termo "saga" ou "evento".

Nele, Darkseid decide fazer a humanidade se voltar contra os herois, e pra isso envia o Glorioso Godfrey que, como uma espécie de televangelista, faz os humanos detestarem os herois. Usando alguns vilões para destroçar moralmente a Liga da Justiça, Nuclear, Cósmico, entre outros, ele ainda consegue que o Capitão Marvel seja acusado de assassinar o Marco-Man. Mas a pior baixa é Robin, agredido até ficar inconsciente.

O Presidente Ronald Reagan declara lei marcial e chama Amanda Waller, que cria o "Projeto Força-Tarefa X", que nada mais era que o Esquadrão Suicida, projeto em que vilões cumprem missões onde podem morrer.
O Sr. Destino ajuda a reunir Superman, Batman, Capitão Marvel, Guy Gardner, Canário Negro, Mutano, Flash, Caçador de Marte e Besouro Azul para enfrentar o Glorioso Godfrey. Parte destes herois se torna a nova Liga da Justiça.

Bom, Godfrey aparecer no rádio falando mal dos herois já é um indício de que parte do plano de Darkseid é realmente tirar a moral dos herois. Imagens de episódios vindouros mostra até o S do Superman riscado. Enquanto isso, um outro homem tenta recrutar o Arqueiro Verde e já tem Plastique e Pistoleiro no novo Esquadrão Suicida, reformado depois que Amanda Waller e o Xeque-Mate desapareceram. Aliás, o Xeque-Mate foi pessimamente utilizado, mas isso eu comento depois.

Já temos Godfrey e já temos o Esquadrão Suicida. Dos herois da saga Lendas, já temos na série, além do Superman, a Canário Negro, Flash e Caçador de Marte. Besouro Azul já foi confirmado em um episódio. O Sr. Destino já apareceu e seu elmo, item que Godfrey tentou usar e que apagou sua mente, está por aí. E, da Liga da Justiça, ainda temos Aquaman (que aparecerá com sua amada Mera) e Cyborg (membro dos Jovens Titãs nos quadrinhos como Mutano).

Viram como tudo se encaixa?

Mas aí você fala do Lex Luthor, que nem aparece em Lendas.

Bom, o final do desenho da Liga da Justiça sem Limites envolve Darkseid e Superman em uma batalha sem limites (com trocadilho), e onde Lex Luthor tem papel fundamental. Então creio que, em determinado momento, juntarão os dois pontos.

Só os episódios dirão se estou certo, mas não custa analisar...

#1288 - 'layla', Derek and the Dominoes

Posted by | Posted in | Posted on 12:33:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #8
Guia Smallville 1


Você às vezes liga a TV e vê um rapaz sendo chamado de Clark Kent, com uma Lois Lane e um Lex Luthor, mas... cadê a capa? Cadê o grande S?

Não é o Superman, mas está quase lá: Smallville é um seriado que pretende contar a história do jovem Clark Kent antes dele se tornar um dos maiores heróis da Terra.

O seriado fechou recentemente sua quinta temporada, então muita coisa já rolou e você pode até se perder um pouco. Poderia, se não fosse este Guia.

Nesta primeira parte, vamos encarar o começo: a Primeira Temporada, com os atores começando e quando ninguém tinha idéia do que ia acontecer...


:: 1.1 (episódio 01) - PILOTO
Escrito por Alfred Gough e Miles Millar, dirigido por David Nutter
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Adrian McMorran (Jeremy Creek)

Uma chuva de meteoros atinge Smallville, matando os pais da pequena Lana Lang e causando confusão na pequena cidade. O casal Kent encontra um bebê no meio do campo, enquanto o pequeno Lex perde seus cabelos, para desespero de seu pai Lionel.

Anos depois, Clark é um rapaz que possui poderes especiais, como correr em alta velocidade e ter uma grande força, mas não consegue chegar perto de sua amada Lana Lang, que namora Whitney, jogador do time de futebol americano do colégio. Chloe e Pete, os melhores amigos de Clark, cuidam do jornal A Tocha (The Torch) dentro do colégio, enquanto seus pais Jonathan e Martha cuidam do Rancho Kent.

Jonathan revela ao filho que ele veio de outro planeta em uma nave, guardada no celeiro. Clark se envolve em um acidente de carro e salva quem estava no veículo, Lex Luthor, ficando então seu amigo. Jeremy Creek, que foi o espantalho vivo no dia da chuva de meteoros, decide se vingar do atual time de futebol americano, que pretendia fazer a mesma coisa com Clark por Whitney ver no rapaz uma ameaça ao seu namoro.

Curiosidade: O fato de Clark e Lex ficarem amigos surpreendeu muitos, que esperavam que a inimizade entre os dois fosse explorada desde o início. O motivo de Clark não poder se aproximar de Lana é apresentado: ela usa um colar com um pedaço de kryptonita, mas nem Clark sabia que se tratava de um pedaço do planeta natal dele. Lionel Luthor lê um jornal que fala do sr. Queen, empresário que desaparecera em alto-mar. Este é o mote para a criação do Arqueiro Verde (Oliver Queen) nos quadrinhos.


:: 1.2 (episódio 02) - METAMORFOSE
Escrito por Alfred Gough e Miles Millar, dirigido por Michael Watkins e Philip Sgriccia
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Chad E. Donella (Greg Arkin)

Whitney acaba perdendo o colar de Lana depois de prendê-lo no pescoço de Clark quando este seria o espantalho vivo (no episódio anterior). Clark fica indeciso se dá o colar de volta a Lana ou não, enquanto descobre que seu antigo amigo Greg, amante dos insetos, havia adquirido propriedades de um graças a experiências com kryptonita.

Curiosidade: Até encontrar o Dr Swann, Clark chama a kryptonita apenas de “pedras de meteoro”.


:: 1.3 (episódio 03) - ESQUENTADO
Escrito por Greg Walker, dirigido por Greg Beeman
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Dan Lauria (treinador Walt Arnold), Hiro Kanagawa (diretor Kwan)

Lana decide se tornar líder de torcida, enquanto Clark entra no time de futebol americano contra a vontade do pai. Porém, logo ele descobre que o treinador Arnold tem poderes pirotécnicos.

Curiosidade: Dan Lauria, que interpretou o treinador, fez o pai de Kevin Arnold no seriado “Anos Incríveis”. E o sobrenome do treinador também é Arnold.


:: 1.4 (episódio 04) – RAIO X
Escrito por Mark Verheiden, dirigido por James Frawley
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Lizzy Caplan (Tina Greer) e Tom O´Brien (Roger Nixon)

Lana tem uma admiradora: Tina Greer, que quer ser igual a ela, e não só no jeito. Tina tem o poder de se transformar em qualquer um, e isso leva problemas a todos, incluindo Lex. Clark desenvolve um novo poder, a visão de raio-x, que o permite distinguir Tina dos demais. O repórter Roger Nixon aparece na cidade.

Curiosidade: Começa a primeira história que leva mais de um episódio – a de Roger Nixon investigando Lex e seus amigos. Mark Verheiden, o roteirista, anos depois deixaria a série para escrever uma das revistas do Superman.


:: 1.5 (episódio 05) – GELADO
Escrito por Michael Green, Dirigido por Jim Contner
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Michael Coristine (Sean Kelvin)

Clark e Pete precisam encontrar Sean, um rapaz que congelou no Lago Crater, antes que ele consiga absorver o calor de sua próxima vítima: Chloe Sullivan.


:: 1.6 (episódio 06) – PREVISÃO
Escrito por Doris Egan, dirigido por Chris Long
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: George Murock (Harry velho), Eric Christian Olsen (Harry novo) e Jackie Burroughs (Cassandra)

Um homem tem a chance de se vingar dos seus inimigos graças às pedras. Ele consegue ficar jovem e atacar um a um. Enquanto isso, uma vidente vê os futuros de Clark e Lex. Clark tem a visão juntamente com ela, enquanto Lex não. A vidente morre após a visão de Lex.

Curiosidade: Cassandra, a vidente, tem a visão de Clark ao redor dos túmulos dos seus entes queridos e amigos. O futuro de Lex é no Salão Oval da Casa Branca, de terno branco, luva preta em umas das mãos, saindo para um campo cheio de flores que morrem, chovendo sangue em seguida. A cena faz referência a duas situações distintas das HQs: a época em que Lex foi presidente dos Estados Unidos e a mão que ele perdeu por um câncer causado pela prolongada proximidade a uma pedra de kryptonita.


:: 1.7 (episódio 07) – MURCHANDO
Escrito por Michael Green, dirigido por James Frawley
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Amy Adams (Jodi Melville) e Joe Morton (Dr. Steven Hamilton)

Uma colega de colégio de Clark começa uma dieta à base de vitaminas com kryptonita para resolver seu problema de peso, e acaba se tornando uma sugadora de gordura.

Curiosidade: O Dr. Hamilton, a exemplo de Roger Nixon, aparecerá por vários episódios.


:: 1.8 (episódio 08) – REFÉM
Escrito por Cherie Bennet e Jeff Gottesfeld, dirigido por Michael Atkins e Greg Beeman
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Tony Todd (Earl) e Robert Wisden (Gabe Sullivan)

Um ex-funcionário da Luthorcorp faz a classe de Clark (em visita a empresa), mais o pai de Chloe, de reféns, para que Lex o leve de volta a um secretíssimo nível do local. Lionel, Jonathan e Martha tentam se envolver.

Curiosidade: Gabe, o pai de Chloe, aparece pouco na série, mas sempre faz uma piada sem graça.


:: 1.9 (episódio 09) – VAMPIRO
Escrito por Mark Verheiden, dirigido por David Carson
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Cameron Dye (Sam Phelan) e Kelly Brook (Victoria Hardwick)

Um policial tenta chantagear Clark quando o vê usando seus poderes. Enquanto isso, Victoria, antigo caso de Lex, chega em Smallville.

Curiosidade: Foi o primeiro episódio sem nenhum tipo esquisito. Victoria Hardwick foi o primeiro papel de destaque da modelo inglesa Kelly Brook. É o quarto personagem (os outros são Dr. Hamilton, Roger Nixon e Lionel Luthor – que inicialmente não era fixo) que chega para durar alguns episódios, sendo todos ligados a Lex.


:: 1.10 (episódio 10) – INVISÍVEL
Escrito por Michael Green e Mark Verheiden, dirigido por D.J. Caruso
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Azura Skye (Amy) e Kelly Brook (Victoria Hardwick)

Alguém assombra a todos na cidade com o dom da invisibilidade. Enquanto isso, Lana começa a desconfiar que Whitney está lhe escondendo algo.


:: 1.11 (episódio 11) – PERSUASÃO
Escrito por Doris Egan, dirigido por Chris Long
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Rick Peters (Bob Rickman) e Gregory Sporleder (Kyle Tippett)

Um homem começa a mudar Smallville com seu poder de persuasão, chegando a fazer acordo com Lex e comprar o Rancho Kent. Porém, Kyle, um homem que vive sozinho no meio da floresta, pode saber o segredo desse poder.


:: 1.12 (episódio 12) – TROCA
Escrito por Tim Schlattman, dirigido por Greg Beeman
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Shawn Ashmore (Eric Summers), Kelly Brook (Victoria Hardwick) e Tom O´Brien (Roger Nixon)

Um rapaz consegue acidentalmente pegar os poderes de Clark, mas não aprende sobre a responsabilidade que é portá-los. Enquanto isso, Lex acaba com os planos de Victoria.

Curiosidade: Shawn Ashmore faz o papel de Homem de Gelo na trilogia de filmes dos X-Men, e seu personagem aqui tem o sobrenome Summers, o mesmo do mutante Ciclope. Neste episódio ele chega a ser apelidado de Superboy.


:: 1.13 (episódio 13) – CINÉTICA
Escrito por Philip Levens, dirigido por Robert Singer
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)

Três rapazes podem atravessar paredes, e com isso conseguem roubar até mesmo a Mansão Luthor. Agora eles têm um novo companheiro de crime: Whitney.

Curiosidade: Evangeline Lilly, a Kate do seriado Lost, faz aqui o papel da namorada de um dos bandidos.


:: 1.14 (episódio 14) – ZERO
Escrito por Alfred Gough, Miles Millar e Mark Verheinden, dirigido por Michael Katelman
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Coric Nemec (Jude Royce) e Cameron Dye (Sam Phelon)

Episódio contado em parte por flashbacks, relata um incidente do passado de Lex no Clube Zero que acabou em morte. Porém, alguém deste incidente quer se vingar no presente. As vacas do Rancho Kent morrem, e Jonathan culpa Lex.


:: 1.15 (episódio 15) – NICODEMUS
Escrito por Greg Walker e Michael Green, dirigido por James Marshall
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Joe Morton (Dr. Hamilton)

Uma flor encontrada em Smallville tem o poder de desinibir completamente a pessoa, para que depois ela entre em coma. Com isso, Jonathan fica violento, Pete resolve se vingar dos Luthors por eles terem acabado com a fábrica da família Ross e Lana faz um striptease para Clark.

Curiosidade: Apesar da cena com Lana contar com uma dublê de corpo, a atriz Kristin Kreuk confessou ficar envergonhada mesmo das poucas cenas que fez de lingerie.


:: 1.16 (episódio 16) – PSÍQUICO
Escrito por Philip Levens, dirigido por Paul Shapiro
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Ryan Kelley (Ryan James)

Clark encontra um menino que pode ler mentes, e os Kents cuidam dele, até que supostos pais, interessados em seu dom, o procuram em Smallville.


1.17 (episódio 17) – MORTE
Escrito por Cameron Litvack, dirigido por Terrance O´Hara
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Jason Connery (Dominic), Reynaldo Christian (Tyler Randall)

Um rapaz descobre ter o poder de transformar as pessoas em pó. Segundo ele, isto é bom para aplacar o sofrimento de quem tem dor.


:: 1.18 (episódio 18) – CONCORRENTE
Escrito por Philip Levens e Michael Green, dirigido por Michael Katelman
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Shonda Farr (Sasha Woodman)

Em tempo de eleições no Colégio Smallville, Sasha descobre uma ótima maneira de vencer: eliminando os concorrentes. Com apoio de Lex, Clark se candidata.

Curiosidade: o slogan usado por Clark na campanha é “o homem do amanhã”, slogan do Superman nos quadrinhos.


:: 1.19 (episódio 19) – ENCONTRO
Escrito por Philip Levens, Alfred Gough e Miles Millar, dirigido por James Marshall
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Adam Brody (Justin Gaines), Hiro Kanagawa (diretor Kwan) e John Glover (Lionel Luthor)

Um rapaz que perdeu os movimentos dos braços desenvolve o poder da telecinésia e começa um namoro com Chloe. O diretor Kwan é atacado por alguém que o julga culpado de um acidente.

Curiosidade: Adam Brody saiu deste episódio de Smallville para pouco depois fazer (e passar) o teste para ser o Seth de O.C.


:: 1.20 (episódio 20) – OBSCURO
Escrito por Philip Levens, Alfred Gough e Miles Millar, dirigido por James Marshall
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: Tom O´Brien (Roger Nixon), Robert Wisden (Gabe Sullivan) e Joe Morton (Dr. Hamilton)

Lana começa a enxergar através dos olhos de um bandido, e isso só passará se Clark e seus amigos o detiverem a tempo. Enquanto isso, Roger Nixon começa a investigar os Kents.


:: 1.21 (episódio 21) – TEMPESTADE
Escrito por Alfred Gough e Miles Millar, dirigido por Greg Beeman
Estrelado por Tom Welling (Clark Kent), Michael Rosenbaum (Lex Luthor), Kristin Kreuk (Lana Lang), Sam Jones III (Pete Ross), Allison Mack (Chloe Sullivan), John Schneider (Jonathan Kent), Annette O´Toole (Martha Kent), Eric Johnson (Whitney Fordman)
Participações especiais: John Glover (Lionel Luthor), Tom O´Brien (Roger Nixon) e Robert Wisden (Gabe Sullivan)

No dia do Baile de Formatura do colégio, um tornado se aproxima de Smallville. Enquanto isso, Lex e Lionel discutem na Mansão Luthor, Nixon descobre a nave que trouxe Clark à Terra e Clark tenta salvar Lana, que se despede de Whitney, que se alistou no exército após a morte do pai.

Curiosidade: John Glover pediu para que, a partir deste final de temporada, se tornasse fixo no seriado.

#1284 - 'love is strong', Rolling Stones

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ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #7
TEMPORADA DE OUTONO


E começou a Fall Season 2010/11!
Mas, antes de falar deste ano, vou explicar basicamente como funciona a divisão da televisão americana.
Lá, pra quem não sabe, as estações são opostas às daqui. Quando aqui é inverno, lá é verão. Tudo bem.
Mas uma coisa não muda: ano fiscal e letivo começam no finalzinho do verão. Aqui, fevereiro. Lá, setembro. E, com isso, as pessoas estão em casa, e nas suas rotinas de trabalho e estudo.
Então as emissoras americanas, tão tradicionais (a maioria delas originárias do rádio e com décadas de existência), partes de grupos de mídia, criaram a Fall Season (Temporada de Outono), quando suas maiores estreias acontecem.
Seriados, novidades de soap operas, game shows, reality shows... As principais atrações surgem aí. Os "pesos pesados".

Nesta esteira existem a Mid Season e a Summer Season. Mid Season é o período de pausa entre dezembro e fevereiro, para a pausa de Natal e Ano Novo. As grandes séries param (até porque temporadas completas tem cerca de 20 episódios e o período todo tem bem mais que isso) e ficam em reprises ou são substituídas por outras menores. Summer Season, como o nome diz, é a pausa de verão, com séries mais leves na TV aberta e os grandes investimentos da TV por assinatura. Algo para ser desenvolvido mais pra frente.

Bom, e quais são os principais investimentos de cada emissora?

THE CW - A CW investe em mais remakes e séries com atores desconhecidos e jovens, mantendo sua linha. A emissora busca um público diferenciado, e já fez remakes/continuações de Beverly Hills 90210 e Melrose Place, e agora ataca com Nikita. Outra novidade é Hellcats, produção de Tom Welling, protagonista de Smallville, que aliás vai pra sua décima e última temporada.

CBS - Hawaii 5-O. Sim, a série com o tema clássico está de volta em um remake protagonizado por Alex O´Loughlin, de Moonlight e Three Rivers. Cheia de ação barra-pesada, a série recria a trama e o drama, mas com um "toque a mais". E tem Daniel Dae Kim, o Jin de LOST, e Grace Park, de Battlestar Galactica. De resto, a emissora investe nas franquias e séries de sucesso, já que tem a maior audiência: NCIS, CSI, Two and a Half Men...

ABC - A ABC derrapou MUITO na última Fall Season, algo que explorarei logo, então uma de suas esperanças está em Mr. Sunshine, nova série de Matthew Perry, sempre querido do público. Ele é um gerente de um clube que passa por problemas.

NBC - Esta é a emissora que mais precisa arriscar para subir na audiência em geral. A NBC fez vários investimentos mal-fadados em drama, só se dando bem em comédia mais inteligente (The Office, 30 Rock). The Event e Undercovers são os dois grandes lançamentos da emissora, no mistério e na marca de JJ Abrams.

FOX - Em time que está ganhando não se mexe, segundo a Fox. Se House, Fringe, Simpsons e Glee estão ganhando, por que mexer? Só fico curioso sobre o que eles farão para substituir 24 Horas, que terminou. Tarefa árdua para qualquer um.

HBO - Martin Scorsese. O nome já diz tudo, mas Boardwalk Empire é muito mais que isso, com Steve Buscemi protagonizando a série que mais gerou expectativa nos últimos tempos. Mal estreou e já ganhou segunda temporada com uma ótima audiência. E ainda vem aí séries com Diane Keaton e Kate Winslet. Pra ter ideia.

A Fall Season está aí. Vamos ver no que dá.

#1280 - editando Fala Série Chris #28

Posted by | Posted in | Posted on 10:31:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #6
TRUE BLOOD É SOBRE PESSOAS


Ultimamente, falar "uma série sobre pessoas" soa chacota. Tudo porque os produtores de Lost diziam que era uma série sobre a Ilha e, subitamente, virou uma série sobre pessoas.

Com vampiros e vários tipos de seres sobrenaturais, True Blood poderia ser uma série chacota, uma série de terror ou uma série com cenas de sexo (é da HBO, galera). True Blood é sobre pessoas.

A terceira temporada, encerrada recentemente, foi anunciada como uma temporada com muita mitologia dos vampiros e muitos lobisomens. Mas, na real... Nenhuma trama foi lá muito interessante. Todos os personagens, por muito tempo, ficaram perdidos. E então, faltando pouco para a season finale, fiquei me indagando o que Alan Ball iria fazer para me deixar na expectativa para até a quarta temporada.

Então Alan Ball me joga na cara na season finale.

Que se danem os sobrenaturais. Ele fez questão foi de fazer a melhor coisa que você pode fazer por qualquer personagem de seriado: jogá-los na merda. Sério. Deixe-os no pior estado possível. Se a pessoa era boazinha, faça-a matar alguém. Se era drogada, faça ter crise de abstinência. Se tinha família, deixe-a só. E True Blood é repleta de personagens bons que podem ser ferrados à exaustão. Jason, Tara, Sam, Lafayette e todos os outros.  Até personagens secundários estão repletos de bons momentos, como Arlene e meu favorito, Terry.

Então fiquem ligados que, claro, falarei mais sobre True Blood, mas não sobre vampiros... sobre pessoas.

#1276 - 'poker face', Lady Gaga

Posted by | Posted in | Posted on 17:18:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #5
PO-PO-PO-POKER FOX


Vamos falar de Fox?
Semana passada falei da Warner e quis ser justo. Mas as propagandas da Fox são tranquilas.

São três problemas que podem ser exemplificados numa só tacada.
Você está lá, vendo televisão no quarto, de madrugada, no sossego, e passando pelos canais viu que estava passando Glee na

Fox. Finalzinho de episódio, e você pensa "Bom, vou ver e aproveitar pra ver o que vem depois. Deve ser Simpsons."

(Ah sim, Fox = Simpsons 24 horas)

Aí duas moças da série começam a cantar "Poker Face", da Lady Gaga. A série é dublada mas as músicas, claro, estão em

inglês. E uma coisa sempre legal é ver o que a série diz, ou que interpretação foi dada pela tradução.
Se a legenda funcionasse, claro.
Para um canal DUBLADO, seria bom ver legenda pelo menos nas músicas. Algo que já desisti em Simpsons, onde você perde os

ganchos se não entender as músicas naquelas vozes esganiçadas. E, quem diria, em um episódio de Natal dos Simpsons com foco

totalmente cristão, as músicas estão DUBLADAS. Ah, e o episódio de Simpsons com 24 Horas está legendado. Tente entender.

Aí não bastasse isso, tem a imagem.

Ou a falta dela.

A Fox está com algum problema de transmissão grave, porque NENHUM programa sai legal. Imagem truncada, travando... Teve um

episódio de Bones que eu desisti de assistir, porque ficou 5 minutos travado em uma imagem, enquanto o som rolava. Ou seja,

se você não ouve bem, dançou. Quando o episódio começa, tudo vai bem, dá uma travadinha que você nem percebe. E vai

piorando, piorando... até que, quando você nota, não consegue mais ver o episódio.

Certo. Dito tudo isso... Você, que ainda está vendo o episódio de Glee, mal pode esperar para isso terminar e você ver o

próximo programa sem falhas grosseiras... Até que começa... PÔQUER!

PÔQUER!

Pô!

QUER!

Não bastasse os duzentos comerciais por hora, eles ainda passam jogos de pôquer destes sites dito gratuitos! PARA QUE?

PARAGUAIO!

E vocês já adivinharam a pior parte: no pôquer, se legendas são necessárias, não tem problema, e a imagem é cristalina, sem

interrupções.

Ninguém merece isso. Qual a solução? Trate a programação inteira como um jogo de pôquer, Fox.

#1273 - Frequência Psicodelia The Top Agnes Bucci #2

Posted by | Posted in | Posted on 11:48:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #4
POPRAGANDAS MAIS NORRIS DO QUE NUNCA


Dentre os canais por assinatura que exibem séries, o que possuem uma constância, mesmo durante o dia, é a Warner Channel.
A Fox tem Simpsons e Boston Legal mas, no meio, tem One Tree Hill.
Sony tem Seinfeld mas, por sua vez, Will & Grace é o tipo de série que preciso estar de bom humor pra ver e curtir.

Na Warner, de manhã, temos dois episódios de Friends, dois de The New Adventures of Old Christine, Third Watch e ER. Tudo na  sequência. O que é uma maravilha para quem curte estas séries, todas já canceladas.
Mas devo dizer que há uma coisa que me irrita: quando vai pro intervalo.

Eu sei, todas as emissoras possuem intervalos comerciais e, por mais que eu pague caro por seus serviços, os canais ainda colocam anunciantes, incluindo horas e horas de Polishop (a Fox dá espaços de meia hora na sua programação, no melhor estilo Manchete de ser).
A Warner se tornou especialista em se auto-promover nos intervalos. E então temos alguns tipos de comerciais:

- Inside the Series/the Movies: um programete, de cerca de 1 minuto de duração, com alguma entrevista superficial sobre um lançamento do Grupo Warner Bros. Na época que escrevo este texto, o destaque é A Origem, de Christopher Nolan, com uma  entrevista com Leonardo diCaprio, mas já tivemos atores de Harry Potter no tapete vermelho em Londres (mas sem os atores  principais), Anna Torv falando de Fringe... Devo dizer que o programa melhorou. Antes, só falava de filmes que não haviam estreado ou já tinham saído de cartaz. Zodíaco ficou meses na programação, e o filme já saía em DVD.  Como tem um minuto de duração, serve para tapar buraco quando todas as outras chamadas se tornam cansativas. E isso que o onceito deles de "cansativa" está MUITO abaixo do meu, por exemplo;

- Chamadas de séries: "Chuck está mais Norris do que nunca" já está no meu subconsciente, porque eles fazem questão de falar isso pelo menos duas vezes por intervalo. Seja anunciando episódio novo ou não, utilizam as mesmas frases e bordões. Como a chamada de The Big Bang Theory só com o Sheldon falando "Bazinga";

- Chamadas curtas aleatórias: Uma série possui patrocinador, e isso é bom, mas então eles promovem uma salada. Eles anunciam Chuck, por exemplo (lembre-se: Mais Norris do que nunca) para, em seguida, falar o patrocinador. De Chuck, como seria lógico? CLARO QUE NÃO!

"Chuck está mais Norris do que nunca. Toda segunda, nove da noite."
EM SEGUIDA...
"The Big Bang Theory, na PrimeTime do Warner Channel é um oferecimento..."

OI?!?
Quando vocÊs falam de TBBT que eu não percebi?!?

- Chamadas institucionais: "Estão Todos Convidados" é o slogan da emissora desde 2009 mas, sinceramente, estou quase me desconvidando. Nisso eles só ressaltam algumas das séries, e de forma randômica. Smallville, que está na emissora desde o início, mal é citado, mas The Vampire Diaries ganha um destaque fora do comum. Aí mostram V, que tem 12 episódios por ora e já está na terceira reprise, para ignorar Two and a Half Men, que tem várias faixas de reprise até.

Estão todos convidados?
Hã... não, grato.

Com isso, quando você vai perceber, está vendo mais comerciais que séries em si. Cansa. Muito. Até as chamadas da Fox pro

MegaWeekend com "Walking on Sunshine" de Glee são mais agradáveis.

#1268 - 'Na Calçada #18'

Posted by | Posted in | Posted on 12:24:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #3
QUANDO SCRUBS PERDE A LINHA


Existem séries que são ruins desde o começo, mas existem aquelas séries que eram boas e ficaram péssimas.
Aí te pergunto:
O QUE ACONTECEU COM SCRUBS?!?

Conheci Scrubs graças ao Fabricio, num dia em que a Sony passava uma maratona. Gostei das viagens do JD, do Zelador, e enfim. Mas perdi contato.
Quando pude ter TV a cabo aqui em casa, fui ver se a série continuava boa, e percebi que sim, mas deveria curtir com moderação. É um humor forçado em alguns pontos, mas bacana.

Aí anunciaram que Scrubs seria renovada, mesmo sem vários de seus personagens, e viraria uma escola médica.
Sim, tiraram o hospital para virar uma série de escola médica, para que sempre tivesse personagens novos.

Tiago Andrade assistiu e falou que era difícil de ver. Os episódios sem JD eram terríveis.
E a série foi cancelada.
Com a estreia na Sony, fui conferir por desencargo de consciência e, Meu Deus, que troço horrível.

O hospital já não era grandes coisas, mas não consegui visualizar a escola médica ali. E o que levou a derrubar um hospital que estava funcionando perfeitamente? Ok...

Ainda JD teve um final ótimo no fim da oitava temporada, que foi quase desconsiderado. Turk, então, está sem a Carla e nem falam dela.
E ainda os alunos. Meu Deus, os alunos.
A maioria querendo posar de bacana, de legal, sempre com falas prontas, como se todos ensaiassem para uma peça de teatro de colégio.

A protagonista, interpretada por Kerry Bishé, é bonita mas ou faz mil expressões para não falar NADA ou expressão ALGUMA pra falar muito. Nesse quesito, Zach Braff (JD) nunca teve problemas.


O único que manteve o nível foi John C. McGinley, o Dr. Cox. E ele faz isso bem. Neil Flynn, o Zelador, que era o melhor elenco, deu adeus. Aliás, quero falar logo de The Middle.

O final da nona temporada se chamou Our Thanks (Nosso Obrigado), e eu devo dizer que entendi o agradecimento:


Obrigado pela paciência.

#1266 - 'Máquina do Tempo #97

Posted by | Posted in | Posted on 00:19:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #2 - A NÃO-FÓRMULA DE 90210

Ok, isso deve soar bizarro... o fato de eu escrever sobre 90210.

Para dizer: 90210 é uma continuação de Barrados no Baile, cujo nome original é Beverly Hills 90210.
A franquia já teve Beverly Hills 90210, Melrose Place e Models Inc. E aí a CW teve a ideia de revitalizar isso.

90210 trouxe uma mistura de novos personagens com alguns já conhecidos.
Kelly Taylor, interpretada por Jennie Garth, agora é conselheira do colégio, e Brenda Walsh, interpretada por Shannen Doherty, dirige a peça de teatro.
Ao mesmo tempo foram apresentados novos personagens, como os irmãos Wilson, filhos do Diretor e protagonistas da primeira temporada.
Uma série de enredo previsível, fraquinho.

Até que eles decidiram usar a "Não-Fórmula".
Mas o que seria a Não-Fórmula?

É quando você conhece tão bem todos os elementos conhecidos de uma fórmula que os utiliza para descontruí-los. E foi o que fizeram.
Os pais dos Wilsons, Debbie e Harry, ganharam plot próprio, saindo por alguns minutos dos adolescentes, para então justificar a saída de Harry. Rob Estes foi dispensado da série. Com isso, uma das premissas de séries jovens que é ter sempre os pais para manter a noção de hierarquia e constância, se perde.
Vejam que a primeira coisa que eles começaram a matar foi a constância.

Annie Wilson, interpretada por Shenae Grimes, chegou como a protagonista, que se envolve com um rapaz que já tem namorada e tenta se adaptar àquela sociedade. No final da primeira temporada, é ridicularizada e, desde então, começa a se tornar uma espécie de vilã/anti-heroína.
Annie se envolve até mesmo com um psicopata, com traços claros de loucura, e foge de toda autoridade ou ajuda, até que, claro, veio a lição de moral. Mas seu tempo de tela só diminuiu com o passar dos episódios.
Nisso caiu a protagonista.

Naomi Clark (AnnaLynne McCord) seria o terceiro elemento: a vilã. Namorada de Ethan (já falo dele), seria a antagonista de Annie, mas as duas se identificariam um pouco.
Com o problema de não se ter mais a protagonista, Naomi perdeu a função que tinha, e passou a ser um alívio cômico, com planos e tudo mais, para no final da segunda temporada ser o foco do drama com sua irmã.
Você passa a ter dó de quem era vilã.

Ryan Matthews, o professor, que na primeira temporada era outro exemplo de autoridade, passou vários episódios sem nem contracenar com os alunos, e passou a ter tramas próprias que se passavam no bar.
Série teen. No bar.

Sobre os personagens da primeira temporada, eles começaram a mudar de uma forma absurda.
Erin Silver (Jessica Stroup), a geek que curte cinema, revela ser bipolar. Algo que é totalmente curado.
Navid Shirazi (Michael Steger), que era um nerd que ficava só no jornal da escola, se tornou um dos caras mais legais.
E aí Adrianna (Jessica Lowndes) traz o que mais me fez ver esta Não-Fórmula: os coadjuvantes.
Adrianna começou como uma coadjuvante que deveria ter o arco explorando seu vício em drogas, ter uma overdose, ficar bem e OK, mas se tornou tão boa que ganhou espaço e, em vários episódios, subsituiu Annie como mocinha. Com algumas incoerências típicas desta série, claro, mas enfim.
Liam (Matt Lanter), que seria um bad boy para combinar com Naomi, perdeu sua função quando Naomi deixou de ser a vilã. Com problemas como o padrasto, ele passou a ser o mocinho várias vezes.
Teddy (Trevor Donovan) e Ivy (Gillian Zinser) são mais extremos: criados para arcos específicos para tentar aprofundar personagens e tramas, eles ganharam família, subtramas e, consequentemente episódios para si.

Acabam só perdendo para Gia Mannetti, interpretada (se podemos chamar assim) por Rumer Willis, a filha do Bruce Willis, e sua participação, SEM FALAS, foi anunciada só por conta de seu pai e sua mãe (Demi Moore). Sem anúncio nenhum, Rumer virou fixa, ganhou romance, trama, e tudo mais.
E tudo culmina em Ethan (Dustin Milligan).
Se a mocinha virou vilã e a vilã virou alívio cômico, o mocinho, Ethan, foi demitido. Seu personagem se mudou e pronto.

E, com isso, decidiram não apostar no equilíbrio que é tão comum e os americanos tanto gostam, mas no desequilíbrio, que pode tornar tudo interessante ou ruim.
No caso aqui, ruim.

#1264 - 'farofa-fa', Silvio Britto

Posted by | Posted in | Posted on 23:40:00

ULTIMATE FALA SÉRIE SCHIAS #1 - UM NOVO COMEÇO
Um no começo.

Sejam bem-vindos ao ULTIMATE FSS, a nova coluna que começo sobre seriados.

Lembrando que ela é complementar à FSS, no site do Jovem Nerd, ao blog Fala Série Schias - O Blog, ao caderno FSS no PsicoNews com notícias de seriados e aos podcasts Fala Série Schias, Fala Série Chris e Fala Série Resenhas.

Mas, ao mesmo tempo, este é um novo começo.

E o mundo dos seriados permite vários novos começos.

Por exemplo, se pegar produtores e roteiristas, só Steven S. De Knight já teve vários. Foi produtor e roteirista de Buffy e Angel para então escrever alguns dos piores episódios de Smallville. Por exemplo? O bebê que envelhece toda hora e explode em luz no final.
Seu novo começo veio com Dollhouse, onde voltou a trabalhar com Joss Whedon, e hoje em dia é dele a produção de Spartacus, um sucesso.

Enquanto isso, também de Smallville, saiu Greg Beeman, um produtor que PRECISA de um recomeço. Ele saiu de Smallville  para ir para Heroes. E depois fez o remake de Melrose Place.

Falando de atores, quantos podem dizer que se deram bem após um grande sucesso. A imensa maioria, se emplaca um hit na televisão, tenta cinema, se dá mal, e muitas vezes não emplaca mais nada direito.

Courtney Cox-Arquette e Julia Louis-Dreyfus só se deram bem porque saíram totalmente da Monica Geller (Friends) e da Elaine Benes (Seinfeld) e começaram de novo com Cougar Town e The New Adventures of Old Christine. Matthew Fox, mesmo assim, manteve um pouco da cara de choro de Party of Five em Lost. David Duchovny saiu do Fox Mulder de Arquivo X pra construir o Hank Moody de Californication.

E que sejamos um sucesso novamente. A novos começos.